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Artigos com o marcador Pensamentos
Comunidade
20/08/10
Ontem tive o prazer de conversar como Luciano Palma e com o Fabrício Sanches sobre comunidade, e outros assuntos. Na verdade acho que eu e o Fabrício simplesmente paramos e vimos quem realmente sabe o que Comunidade significa falar
o Palma é o cara, quem o conhece sabe o que estou falando.
Hoje fui olhar, meus e-mails e vi que ele comentou no meu post sobre um e-mail que recebi agradecendo pelo blog aqui.
Nem pedi autorização dele, mas vou colocar o comentário dele logo abaixo, não preciso falar mais nada, simplesmente perfeito.
Comunidade e Redes. Duas palavras com muita magia por trás delas.
Quando você faz parte delas, é como se suas fronteiras simplesmente deixassem de existir. Numa Comunidade (que é uma Rede), cada um aprende com base e seus interesses, e compartilha de forma genuína com os demais. É como se todos aprendessem juntos. Colaborar para este processo tem seu quê de magia e nos traz um sentimento muito positivo.
Esse retorno subjetivo é o Reconhecimento mais importante. Benefícios materiais? Eles vêm depois, mas são consequência. Não deveriam ser vistos como fim… (mas sim como meios de continuar evoluindo).
Luciano Palma
Abraços
É por isso que vale a pena
08/07/10
Manter um blog não é fácil, o tempo investido no mesmo é grande, principalmente agora que divido meu tempo entre meu blog e o Meio Bit.
Gosto de escrever, e tentar ajudar de alguma forma outros desenvolvedores. E nada como receber uma mensagem como a que o Weslley Camilo me mandou pelo Facebook. Ganhei o dia lendo a mensagem dele, e fico muito feliz confirmando que o trabalho que faço aqui é aproveitado.
Segue a mensagem.
Oi, Marcio Fábio
conheci seu site: www.marcioalthmann.net/ por estes dias, gostei muito das dicas e tutoriais disponibilizados por você, principalmente sobre silverlight, o ramo que estou interessado em aprender.
Estava tendo muita dificuldade para encontrar conteudo sobre silverlight, todavia com o site msdn, seu site e outros estou podendo aprender bastante, na area em que estou me graduando( ciência da computação pela Faculdade UNASP)
Desde já agradeço.
Atenciosamente,
Weslley Camilo S.A.
Bom, como já falei no Twitter, o blog está parado. Mas é por um motivo sério, que é a tendinite do meu braço atacada
. Acho que até domingo consigo recuperar meu braço.
Abraços e até a próxima.
A porta da rua é serventia da casa!
06/06/10
Bom, como contei isso no Twitter e foi legal a resposta da galera, resolvi contar melhor aqui o caso.
Infelizmente semana passada escutei em uma empresa (não vou falar nomes é claro) um chefe falando isso para seus funcionários, “a porta da rua é serventia da casa”, bom, independente do contexto, da situação que se encontrava a empresa, na minha humilde opinião esse tipo de frase não ajuda em nada uma empresa ou equipe.
Eu acho que se uma equipe está com problema, não é ameaçando ou pedindo para as pessoas sairem que a situação magicamente será resolvida.
Um amigo trabalha na empresa que o fato ocorreu, disse que o dia acabou ali, é claro que o animo dos funcionários foi embora na hora.
Será que é atoa que as melhores empresas na atualidade tem uma preocupação enorme de como está a motivação da equipe? Se algo está errado ou não está com o resultado esperado primeiro vem treinamento, conversa, mais treinamento e não uma bronca generalizada?
Desculpem quem espera sempre um post sobre programação, mas eu acho que esse tipo de assunto está fortemente ligado ao nosso trabalho, qualidade no trabalho não significa só softwares novos, computadores novos, etc… e sim como está o ambiente no geral, um bom dia, boa tarde, até logo, obrigado, por favor não faz mal a ninguém, e ajuda muito, pena que poucos se deram conta disso ainda.
Update: O Vinicius Quaiato para variar um pouco escreveu um excelente post sobre motivação, leitura recomendada http://viniciusquaiato.com/blog/index.php/off-topic-motivacao-importa/
E vocês, o que acham sobre o assunto?
Abraços e agora vou preparar o webcast de quarta-feira sobre Silverlight 4
.
É fácil entender seu código?
05/06/10
A algum tempo estou pensando em escrever um artigo sobre nomenclatura de classes, métodos e por ai vai, mas separei 2 artigos que definem muito do que penso, então não vou ficar aqui escrevendo e vou recomendar os 2 artigos.
Vinicius Quaiato – Nomeando bem os métodos
Israel Aece – O Português e o Software
Ahhh Márcio, esse assunto não tem importância, se alguém precisar alterar meu código no trabalho é so prestar atenção que entende tudo rapidamente.
Acreditem, já escutei isso várias vezes, e não preciso nem falar o resultado.
“Any fool can write code that a computer can understand. Good programmers write code that humans can understand.”
Martin Fowler
Abraços.
Comunidade Read Only?!?!?!?
31/03/10
Bom, enquanto meu notebook não volta da HP vou fazer posts não tecnicos
.
O assunto do post pode parecer estranho mas eu sempre pensei nisso, e na última reunião que tivemos em Londrina o assunto foi abordado e conversamos bastante, eu particularmente acho que a comunidade .NET é muito Read Only, mas o que eu quero dizer com isso?
Não estou falando que todos deveriam escrever artigos, dar palestras, fazer webcasts, postar/moderar foruns e por ai vai, até por que isso da trabalho, para conseguir fazer tudo que preciso durmo 4 horas por dia em média, e sei que muitos influenciadores/MVP´s fazem o mesmo não é Israel
.
Mas se eu olhar o relatório de visitas do meu site, é incrível o número de visitas, e também incrível o número baixo de comentários, esse é o ponto mais estranho, e vejo que isso é muito comum em comunidades e outros blogs, fica complicado saber se os artigos estão agradando, não existe um retorno do “público” do blog ou da comunidade.
É por isso que eu acho que a comunidade é muito Read Only, ela não participa com informações, críticas, sugestões, o que é muito útil e interessante para quem quer manter um blog, comunidade, etc…
Lembrando é claro que não estou generalizando, mas infelizmente comparar a nossa comunidade com outras que existem, principalmente do mundo Open Source, perdemos de lavada no que diz respeito a “paixão” e “compartilhamento” de informações.
Bom era isso, e até o próximo.
Abraços.
Causas da Insatisfação dos Funcionários: 15 erros fatais
07/02/10
Eu tinha esse post no meu blog antigo e resolvi postar aqui também, não podemos fugir disso no nosso trabalho, já trabalhei em empresas de todos os tipos e acreditem, as dicas abaixo são importantes, é um ótimo texto para empresários e funcionários, vale muito ler o texto, o link original é http://dinheiro.br.msn.com/financaspessoais/noticia.aspx?cp-documentid=15721314
Segue abaixo o texto:
SÃO PAULO – A gestão de talentos se tornou assunto prioritário nas empresas. Ninguém quer perder um funcionário talentoso. Muito menos para a concorrência. Entretanto, os líderes continuam errando. E a movimentação de profissionais no mercado continua intensa.
O portal InfoMoney perguntou a dois especialistas quais são os 15 erros principais das empresas quando o assunto é gestão de talentos. São erros corriqueiros, que acontecem no dia-a-dia, mas que minam a satisfação no emprego e a motivação da equipe. Os prejuízos para a empresa aparecem na forma de alta rotatividade de funcionários e queda da produtividade e da qualidade do trabalho.
Os 15 erros fatais
Confira a lista de erros comuns cometidos pelas empresas, elaborada pela consultora do IDORT/SP e especialista em Recursos Humanos, Aparecida Bucater, e pelo diretor de Operações da Human Brasil, Fernando Montero:Cultivar a burocracia, prejudicando a produtividade. Excesso de regras, normas, controles e procedimentos levam as pessoas a se preocupar com o que não podem fazer. Elas ficam tão preocupadas com o processo que perdem o foco no resultado;
Acreditar que as pessoas são “descartáveis”. Os empresários pensam: “Ninguém é insubstituível”. E não é mesmo. Mas há uma grande diferença entre saber que ninguém é insubstituível e acreditar que as pessoas são mais um recurso a ser descartado a qualquer momento, por qualquer razão. Peter Drucker afirmava: “As empresas são compostas de homens e idéias, o restante são recursos”. Demissões intempestivas comprometem o resultado das empresas, ferem os demitidos, tornam a reputação da empresa no mercado negativa e deixam um clima péssimo para quem fica;
Ter uma postura autoritária, difundindo a crença de que “manda quem pode e obedece quem tem juízo”. Nenhum profissional que é bom no que faz agüenta isso por muito tempo;
Ter uma postura paternalista. O autoritarismo é “irmão gêmeo” do paternalismo, já que os dois partem do mesmo princípio: as pessoas não têm condições de serem autônomas, precisam ser “mandadas” e “protegidas”. A postura paternalista aparece, por exemplo, na tolerância ao mau desempenho;
Divulgar uma idéia, uma filosofia da empresa, e deixar transparecer que, na prática, as coisas não funcionam dessa forma. Supondo que uma organização tenha o seguinte lema: “Nossa empresa valoriza a criatividade e a inovação”. Mas, quando o funcionário apresenta uma idéia, ouve em resposta: “Faça como sempre foi feito” ou é obrigado a agüentar cara feia. Que liderança mais contraditória!
Reter informações. Desde as básicas para a execução do trabalho até aquelas estratégicas, sobre mudanças, inauguração de novas unidades, estabelecimento de novas metas para a empresa. A verdade é que líderes despreparados frequentemente retêm informações para si, pois a atitude dá a eles uma sensação de poder, que não é real! Para se ter uma idéia, há profissionais que nem mesmo sabem ao certo quais são os objetivos de sua empresa, aonde ela quer chegar. Como conseqüência, eles não se identificam com a organização, não se esforçam e tendem a pedir demissão;
Cometer injustiças, permitindo privilégios, dando tratamento preferencial a alguns funcionários ou praticando uma remuneração injusta, tanto na comparação interna quanto na comparação com outras empresas;
Contar com um líder que não se integra, não se “mistura”. A integração do líder com cada membro de sua equipe é algo que vai além da comunicação. Depende de ele se envolver com as pessoas, mostrar interesse por elas, ser próximo da equipe. Se, na empresa, não existe um processo de integração, as pessoas ficam desmotivadas e vão embora;
Confundir feedback – cujo propósito é corrigir um desvio, melhorando o desempenho futuro – com “feedcrau” – que se baseia em críticas destrutivas, olhares de desprezo, comentários depreciativos e outras formas, verbais ou não verbais, de criticar e desmerecer as pessoas;
Promover pessoas despreparadas para cargos de liderança. Um chefe que não é líder pode provocar desintegração da equipe, falta de motivação, queda da produtividade e da qualidade do trabalho e perda de talentos;
Não contar com um plano de remuneração estratégico e adequado. Quanto mais talentoso for o profissional, mais ambicioso ele será, na comparação com seus colegas. Se ele atinge os objetivos estipulados e sente que não é reconhecido, irá procurar um lugar melhor para trabalhar e, provavelmente, não terá dificuldade em encontrar;
Não esclarecer ao funcionário quais resultados são esperados dele, deixando de definir objetivos e prioridades. Quando tudo é prioridade, nada é prioridade! Os resultados ficam comprometidos e as pessoas ficam frustradas, estressadas e sobrecarregadas. Resultado: o profissional se esforça para realizar determinadas atividades que a empresa não valoriza e deixa de lado outras que o chefe considera mais importantes. Como ninguém fala nada do seu trabalho, para o qual tanto se empenhou, sente que não é reconhecido e fica insatisfeito com a empresa;
Não investir em formação e treinamento de funcionários. O que muitas empresas estão fazendo hoje é contratar pessoas prontas do mercado, com dois idiomas fluentes, pós-graduação, experiência e domínio dos programas de computador. Elas esquecem do papel de formadoras. É preciso oferecer aos profissionais treinamento, cursos, coaching. Podem ser cursos de curta duração, sobre como falar bem em público ou administrar melhor o tempo. Com isso, o funcionário vê que a empresa não fica só cobrando. Ela também oferece uma contrapartida, de forma que ele fica mais engajado;
Jogar um profissional contra o outro. O líder que faz isso, certamente, ao passar por avaliação psicológica, deixará transparecer que tem problemas pessoais. Nada é pior para uma equipe do que o espírito de competição. Enquanto o espírito de competitividade é saudável, o de competição só prejudica a empresa;
Realizar avaliação somente de cima para baixo (chefe para subordinado). A avaliação de baixo para cima também é importante. Na realidade, as empresas mais modernas já adotam um sistema de avaliação chamado de 360º, no qual todos avaliam todos. Logo, colegas de trabalho do mesmo nível hierárquico podem apontar deficiências e pontos fortes entre si, bem como quem está no mais baixo escalão tem a chance de dizer o que pensa sobre quem está no mais alto. A empresa só tem a ganhar com isso. O resultado mais provável é a retenção dos talentos por mais tempo.
Bom eu adoro esse texto, e amanhã viajo para os EUA vou visitar a Microsoft em Redmond, então essa semana só farei posts sobre a visita a MS, com fotos, e tudo mais.
Abraços
O problema da produtividade
31/01/10
Sempre queremos mais produtividade no nosso trabalho, fazer uma tarefa mais rápido, entregar aquele sistema monstro em 1 mês, e é ai que vejo o problema, por mais que trabalhamos com ferramentas que ajudam na produtividade como Visual Studio, R# e outras, as vezes erramos na forma que utilizamos a tecnologia.
Devemos saber diferenciar o que é bom e o que é ruim na medida certa, as vezes pensamos que aquele arrasta e solta em um formulário já ligado ao banco de dados é perfeito, afinal, apertamos F5 e não apareceu nenhum erro no Visual Studio. E ai esse sistema vai crescendo, a complexidade aumentando, e a nossa ilusão do que era produtivo acaba de um jeito que não vamos gostar.
Uma vez perguntei para um desenvolvedor o que era produtividade para ele, a resposta foi: Fazer a tarefa no menor tempo possível, concordo com ele, mas eu modificaria um pouco a frase, Fazer com qualidade a tarefa no menor tempo possível.
Uma das melhores formas de garantirmos a qualidade do que fazemos, assim entregando algo rápido e com qualidade é não reinventar a roda, ter um bom conhecimento de POO, afinal, não é porque utilizamos um linguagem orientada a objetos que programamos orientado a objetos, conhecer os padrões de projeto do GOF, o Giovanni Bassi fez um ótimo webcast sobre o assunto semana passada mostrando alguns padrões, um outro ótimo exemplo de como podemos ser produtivos não reinventando a roda é dar uma olhada na Enterprise Library, lá achamos ótimas bibliotecas para Log, Exception, Validações e muito mais, é ai que vamos ganhar produtividade com qualidade, e não no arrasta e solta que compila e está pronto.
Costumo sempre ter papel e caneta na minha mesa, rabisco o dia inteiro, uma vez ouvi do Ramon Durães sobre a síndrome do I.V.S.F (Incrível Vondade de Sair Fazendo) e ele tem razão, temos que pensar antes de fazer algo, e não sair fazendo de qualquer forma só para entregar mais rápido.
Nesse mundo maluco que vivemos, onde entregar software cada vez mais complexo e com mais qualidade, não prestar atenção em alguns assuntos e pensar só em entregar e entregar tarefas pode custar muito caro no final.
Abraços e até a próxima.




